quinta-feira, 2 de abril de 2009

Olá,
obrigado por visita minha pagina,
logo estarei publicabdo muitas novidades,
para um contato maior ficarei a disposição no e-mail:
jorgejares@hotmail.com
aguardem,
um forte abraço a todos !

35 comentários:

  1. ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL N.srª. DA PAZ
    GEOGRAFIA
    APOSTILA PARA A 1ª AVALIAÇÃO 6º ANO
    PROFESSOR : JORGE JARES

    O trabalho e as transformações do espaço geográfico
    “O trabalho humano transforma o espaço geográfico, cria diferentes paisagens e determina as diferenças na qualidade de vida das pessoas”.
    • O trabalho humano
    O homem faz construções do espaço geográfico através da transformação da natureza. Dessa maneira o homem deixa suas marcas nas construções como por exemplo temos as praças, prédios de construções de prédios históricos, plantações.
    Através do trabalho do homem, a paisagem esta em constante transformação, ou seja, com esta constantemente mudança e movimento identificamos essas transformações no meio em que vivemos, ao nosso redor, reformas de prédios; construção de novas praças, casas, pontos comercias; derrubadas e replantio de árvores.
    Os seres humanos trabalham para manter as necessidades básicas, como: alimentação, moradia, vestuário. Garantindo a produção de produtos para que outras pessoas possam comprar esses produtos. Existem muitas pessoas que trabalham na produção de alimentos, nas construções das residências, nos transportes urbanos, na comercialização de produtos que são plantados nas fazendas como, por exemplo.
    Com todos esses trabalhadores das mais diversas áreas, percebemos que cada trabalhador depende um do outro, por exemplo, o medico depende do enfermeiro, o engenheiro depende do mestre-de-obras, essa divisão dos trabalhadores em diferentes funções chamamos de Divisão Social do Trabalho.
    Em algumas regiões do Brasil, existem algumas exclusividades para a produção de um determinado produto, ou seja, por exemplo, na região norte temos uma produção de mandioca, cupuaçu, guaraná, palmito, açaí, carne vermelha (é um dos maiores exportadores de gado do mundo), na região nordeste temos uma grande produção de cacau, é rico no artesanato, no sul encontramos uma grande produção industrial de vestuário, na região sudeste temos muitas industrias, fabricas e derivados do leite. Nós chamamos de Divisão Regional do Trabalho. Ocorre no território brasileiro uma divisão espacial das atividades econômicas.
    A divisão do trabalho se caracteriza de suas maneiras:
     Socialmente, como resultado das varias profissões e funções desenvolvidas pelos trabalhadores;
     Territorialmente, como reflexo da distribuição espacial das atividades econômicas.
    Exercícios
    1ª) Identifique as paisagem onde você mora, de sua casa para a escola.
    2ª) O que é paisagem?
    3ª) Explique o que significa paisagem natural e dê exemplos.
    4ª) Explique o que é paisagem artificial?
    i5ª) O que é paisagem transformada?
    6ª) O que aconteceu com a destruição da vegetação?
    7ª) O que é erosão, e dê exemplos.
    8ª) O que é Divisão Social do Trabalho?
    9ª) O que é Divisão Territorial do Trabalho?
    10ª) Como se caracteriza?

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  2. PAGINA 01

    ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL N.Srª. DA PAZ

    GEOGRAFIA

    APOSTILA PARA A 1ª AVALIAÇÃO 7º ANO

    PROFESSOR : JORGE JARES

    Regionalização do território

    “Um mesmo território pode ser dividido de diferentes formas, para atender a diferentes objetivos”.
    • O que é regionalizar

    Um município pode ser dividido em três partes, em que cada uma delas pudesse ter uma administração, e assim para melhor dividi-la, Área Residencial, Área Rural, Área Industrial, como observamos na sequência :
     Na Área Residencial, encontramos construções de casas, prédios, praças, hospitais, feiras, mercados, entre outros;
     Na Área Rural, encontramos o cultivo de pecuária e agricultura, produção de derivados do leite.
     Na Área Industrial, encontramos uma concentração de industrias e fabricas, como por exemplo – alimentícias, metalúrgicas, automobilísticas, de vestuário, entre outras.

    Outros critérios podem ser utilizados para se dividir o município, por exemplo : Área banhada por Rio “Y” e Área banhada pelo Rio “X”.
    Assim regionalizar é delinear Áreas, seja de um estado, um país, de um continente ou mesmo do mundo. Elas devem reunir características semelhantes. Cada uma dessas Áreas é denominada região.
    A regionalização de um território pode ocorrer com base em diferentes critérios, escolhidos de acordo com os objetivos ou os interesses de quem o divide. Os critérios adotados podem ser naturais, históricos, culturais, políticos, econômicos ou, ainda uma composição de vários desses aspectos.

    • Por que regionalizar

    Além de se utilizar a regionalização para descentralizar a administração e assim, planejar melhor as ações governamentais, também se utiliza a regionalização para coletar dados e realizar estudos sobre determinado território.
    Criado para coletar dados sobre nosso país, o Instiruto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) já realizou diversas regionalizações do território brasileiro, para facilitar seu trabalho e organizar melhor os dados, que são utilizados por governantes e pesquisadores.
    Os estudos feitos por regiões ajudam a conhecer melhor os aspectos de cada porção de cada porção de um todo. Mas não podemos esquecer de que cada região é parte de um

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  3. PAGINA 02 7º ANO

    território maior e com ele se integra, se relaciona. Isso quer dizer que as regiões se relacionam entre si, não devendo ser consideradas unidades isoladas.

    Brasil: regiões e políticas regionais
    • Regionalização do IBGE

    A regionalização oficial do Brasil é a que divide o território em cinco grandes regiões, também chamadas macrorregiões. Essa regionalização é muito utilizada nos livros didáticos e na imprensa, especialmente nas previsões do tempo.
    Para dividir o Brasil em cinco grandes regiões, o IBGE agrupou os estados naturais sociais e econômicos. As divisões regionais brasileiras, servem para facilitar os estudos estatísticos elaborados pelo governo e a destinação de verbas para o desenvolvimento de projetos regionais específicos.

    • Breve histórico das regionalizações do IBGE

    A atual divisão regional do nosso pais resulta da construção histórica realizada ao longo do tempo, à medida que as pessoas organizaram o espaço geográfico. Assim, a divisão territorial reflete as necessidades de cada década época: novos estados são criados, outros são subdivididos, regiões são subdesenvolvidos, regiões são criadas e modificadas. A primeira regionalização oficial do Brasil nas seguintes regiões: Norte, Nordeste, Este, Centro e Sul. Essa regionalização delimitava as regiões de acordo com suas características naturais. Mantendo os mesmos critérios, em 1945 essa regionalização foi modificada. Assim, as regiões passaram a ser : Norte, Nordete Oriental, Nordeste Ocidental, Leste Setentrional, Leste Meridional, Sul e Centro-Oeste.
    Em 1970, foram criadas as regiões que se assemelham às que conhecemos hoje, com base em critérios naturais e socioeconômicos. De 1970 até hoje, algumas regiões sofrem modificações por causa das alterações ocorridas na divisão política do formando o atual estado do Rio de Janeiro; criação dos estados de Mato Grosso do Sul (1977) e do Tocantins (1988), que passou a fazer parte da Região Norte; elevação dos territórios federais de Rondônia (1981), Amapá e Roraima (1988) à categoria de estado; anexação do território de Fernando de Noronha como município do estado de Pernambuco (1988).
    Glossário :
    - Meridional > referente ou próprio do sul; que se encontra no sul.
    - Setentrional > referente ou próprio do norte; que se encontra no norte.
    Exercícios

    1)Com suas palavras explique o que significa regionalizar.
    2)Como uma Área pode ser dividida?
    3)Na sua opinião, como seu município foi dividido?
    4)Quais os principais critérios atribuídos para divisão de uma região?
    5)Descreva como você vê o seu município?
    6)Em quantas regiões o Brasil esta dividida?
    7)O que significa macrorregiões?
    8)O que significa IBGE?
    9)Como o IBGE fez para fazer a regionalização do Brasil?
    10)O que significa Meridional e Setentrional?

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  4. APOSTILA II 6º

    ORIENTAÇÃO NO ESPAÇO GEOGRÁFICO

    “Desde o inicio de sua historia, os seres humanos estão criando mecanismo de orientação no espaço geográfico que permitam deslocamentos de um lugar para outro prevendo o retorno ao ponto de partida”.

    •A orientação
    Quando queremos nos orientar em relação às pessoas e aos objetos, é comum que no dia-a-dia utilizemos termos como à frente, atrás, à direita, à esquerda, para cima, para baixo, entre outros. Também utilizamos os elementos das paisagens como pontos de referência: “atrás da igreja”, “na frente do supermercado”, “vire à direita, depois da ponte”, “à esquerda, depois da praça”.
    Mas como nos orientar em espaços maiores, onde não existem pontos de referência, como em alto-mar, ou em um deserto?
    Há muito tempo, os astros, os seres humanos perceberam que é possível se orientar em espaços onde não há pontos de referência conhecidos.

    •A orientação pelo sol
    Observando o Sol, o ser humano percebeu que esse astro surge, ao amanhecer, e desaparece, ao anoitecer, e desaparece, ao anoitecer, nas mesmas direções todos os dias.
    Com base nessa observação, foi determinado um conjunto de pontos de orientação, que são chamados de pontos cardeais: leste (L), oeste (O), norte (N), sul (S).
    A direção do sol ao nascer ficou determinada como leste (L), que significa nascente, o lado oposto, em que o Sol desaparece, ficou determinado como oeste (O).
    Também podemos chamar o ponto cardeal leste (L) é conhecido como oriente, e oeste (O) como ocidente.

    •A orientação pela bússola
    A bússola é um instrumento de orientação que se parece com um relógio. Ela foi inventada pelos chineses, há muito tempo, e possui uma agulha imantada, que gira sobre um eixo, e um mostrador, onde esta desenhada a rosa-dos-ventos. A agulha aponta sempre para o Pólo magnético do Norte, que atua como um grande ímã.
    Você pode perguntar: ora, se existe uma diferença entre o que a bússola aponta e o ponto cardeal, como não se perde?
    Para não se desviar da direção, os aviões e as embarcações que utilizarem a bússola como instrumento de orientação, também deverão fazer uso de mapas.



    •Os modernos instrumentos de orientação
    Hoje, além do Sol e da bússola, existem modernos e sofisticados instrumentos, como radares, rádios e o sistema GPS, que permitem uma orientação mais precisa no espaço geográfico.
    O GPS permite localizar precisamente um determinado objeto em qualquer lugar da superfície da Terra. Esse trabalho objeto em qualquer lugar da superfície da Terra, quando esse aparelho conectado em satélites artificiais situados a mais de 20 mil quilômetros de altitude. É muito utilizado para localização de caminhões e carros, em expedições em lugares sem pontos de referência, com a Floresta Amazônica e a Antártida.

    •A orientação pela Lua
    Sabemos que são possíveis a orientação pelo Sol, pela bússola ou com um GPS. Mas o que fazer à noite, sem a luz do Sol ou sem instrumentos de orientação?
    Se o céu estiver sem nuvens, podemos utilizar a Lua, que também nasce na direção leste e se põe na direção oeste.
    Assim, o procedimento para determinar os pontos de orientação utilizando a Lua como referência são os mesmos adotados para o Sol.

    OBS.: FAVOR RESOLVEREM OS EXERCÍCIOS NO CADERNO

    POR: PROFº JORGE JARES

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  5. EXECÍCIO DE REVISÃO PAGINA 01
    6º ANO
    1)Erosão é uma ________ aberta no solo.
    a) movimento da terra b) cratera c) estação da lua d) norte

    2)Paisagem __________ é quando o homem nunca alterou.
    a)Natural b)queimada c) pasto d) artificial

    3)O estado do Pará esta localizado :
    a)Sul b)nordeste c) sudeste d) norte

    4)A Lua e o Sol nasce :
    a)oeste b)leste c)norte d)sul

    5)O GPS permite localizar ________________ :
    a)Sol b)Lua c)carros e outros veículos d)planetas

    6)Onde o sol e a Lua se põe :
    a)Oeste b)leste c)norte d)sul

    7)A bússola serve para :
    a)orientar o homem b)orienta o percurso da Lua c)orientar os animais
    d) medir a temperatura do sol

    GABARITO
    1)b 2)a 3)d 4)a 5)c 6)a 7)a

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  6. EXECÍCIO DE REVISÃO PAGINA 02
    6º ANO

    8)Os seres humanos trabalham para manter _________ :
    a)a posição dos rios b)as necessidades básicas como a alimentação

    9)Quando o homem constrói, ele modifica o que?
    a)a posição dos rios b)a natureza c)aquecimento do Sol d) o horário da Lua

    10)A paisagem artificial é __________________ :
    a)construção feita pelo o homem b)é um satélite c)uma capoeira
    b)o curso do rio

    11)De acordo com que você estudou, o que podemos entender por Divisão Social do Trabalho?
    a)é quando um homem depende do outro trabalhador
    b)é quando um trabalhador faz todo o serviço e não depende de ninguém

    12)Divisão territorial do trabalho é _________ ?
    a)é quando um trabalhador depende do outro
    b)é quando cada região produz um determinado produto e depende de outras

    13)A divisão do trabalho se caracteriza de duas formas :
    a)socialmente e territorialmente b)é quando o homem divide as regiões

    14)Uma horta pode ser :
    a)Queimadas b)paisagem artificial

    GABARITO
    8)b 9)b 10)a 11)a 12)a 13)a 14)b

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  7. EXERCÍCIO DE REVISÃO PAGINA 01
    7º ANO

    1)O que você entende por Área Rural?
    a)local onde tem muitas fabricas
    b)local onde tem produção agrícola e pecuária

    2)Na Área Industrial você encontra :
    a)muitas fabricas
    b)muitos rios

    3)Na Área residencial você encontra :
    a)muitas casas, hospitais, escolas e outros lugares
    b)somente fazenda

    4)Outro critério que podemos dividir um município é :
    a)pelo rio “X” e pelo rio “Y”
    b)somente linha imaginaria

    5)O que entende por IBGE ?
    a)Local onde existe muitos institutos
    b)Criado para coletar dados sobre nosso país

    6)De acordo com a divisão do IBGE, o Brasil se divide em quantas principais regiões?
    a)5 regiões – Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul
    b)em 3 Norte, Leste e Sul

    7)De acordo com o que você estudou, o Brasil é um país :
    a)que se encontra na Europa
    b)que esta na América do SUL

    GABARITO:
    1)b 2)a 3)a 4)a 5)b 6)a 7)b

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  8. EXERCÍO DE REVISÃO PAGINA 02
    7º ANO
    8)Em qual Zona Térmica o Brasil possui a maior parte da superfície ?
    a)Zona Temperada do Norte
    b)Zona Intertropical

    9)Entre quais Trópicos estão a Zona Intertropical esta localizada ?
    a)Trópico de Câncer e Trópico de Capricórnio
    b)Trópico de Capricórnio e o Eixo de Greenwich

    10)O que você entende por Censo Demográfico ?
    a)serve para medir o tamanho de todos os paises da América do Sul
    b)serve para saber quantos habitantes há no Brasil

    11)O Brasil com 170 milhões de habitantes faz o Brasil um país :
    a)Populoso
    b)com menos pessoas

    12)Apesar de ter uma população bastante numerosa, o Brasil não esta entre os países mais :
    a)estados da América do Sul
    b)populoso

    13)O que significa IBGE ?
    a)Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
    b)Instituto Brasileiro dos Grandes Estados brasileiros

    14)O que você entende por Densidade Demográfica ?
    a)baixo índice de habitantes por quilometro quadrado
    b)o Brasil é o menor país da América Latina

    GABARITO:
    8)b 9)a 10)b 11)a 12)b 13)a 14)a

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  9. 1ª PAGINA
    ESCOLA: NSSª. Srª. DA PAZ
    PROFESSOR : JORGE JARES
    7º ANO 3ª AVALIAÇÃO

    A Amazônia Legal é uma área que engloba nove estados brasileiros pertencentes à Bacia amazônica e, conseqüentemente, possuem em seu território trechos da Floresta Amazônica. Com base em análises estruturais e conjunturais, o governo brasileiro, reunindo regiões de idênticos problemas econômicos, políticos e sociais, com o intuito de melhor planejar o desenvolvimento social e econômico da região amazônica, instituiu o conceito de Amazônia Legal.
    A atual área de abrangência da Amazônia Legal corresponde à totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte do estado do Maranhão (a oeste do meridiano de 44º de longitude oeste), perfazendo uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km² correspondente a cerca de 61% do território brasileiro.
    Nos nove estados da Amazônia legal residem 55,9% da população indígena brasileira, ou seja, cerca de 250 mil pessoas, segundo o Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) em abril de 2005 da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA); abrange 24 dos 34 distritos sanitários especiais indígenas mantidos pela FUNASA e com uma grande diversidade étnica (cerca de 80 etnias).
    Cerca de 85% da região, no entanto, fica em território brasileiro, onde ocupa mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, aproximadamente 61% da área do país. Sua população, entretanto, corresponde a 12,32% do total de habitantes do Brasil.
    Só a Amazônia brasileira é sete vezes maior que a França e corresponde a 32 países da Europa Ocidental. A ilha de Marajó, que fica na embocadura do rio, é maior que alguns países como a Suíça, a Holanda ou a Bélgica.
    Getúlio Vargas criou em 1953 a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA), com a finalidade de promover o desenvolvimento da produção agropecuária e a integração da Região à economia nacional, pois esta parte do país estava muito isolada e subdesenvolvida.
    Entende-se que a SPVEA falhou porque se voltou muito ao extrativismo, abrindo linhas de crédito bancário direcionado quase sempre para a borracha, excluindo outras atividades, como o cultivo da juta e da pimenta-do-reino e não investiu na infra-estrutura social e viária da região.
    Em 1966, no governo Castelo Branco, a SPVEA foi substituída pela Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Este órgão foi criado para também dinamizar a economia amazônica. Além de coordenar e supervisionar, outras vezes mesmo elaborar e executar, programas e planos de outros órgãos federais. A SUDAM criou incentivos fiscais e financeiros especiais para atrair investidores privados, nacionais e internacionais.
    Em 1967, visando contemplar a idéia de desenvolver a Região Norte, foi criada a [[Zona Franca de do Rio Branco]: uma área de livre comércio com isenção fiscal, que até hoje perdura.
    Em 24 de agosto de 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso, na medida provisória nº. 2.157-5, criou a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA) e extinguiu a SUDAM. Esta decisão foi tomada após várias críticas quanto à eficiência desta autarquia, passando a ser a responsável pelo gerenciamento dos programas relativos à Amazônia Legal.
    Em agosto de 2003 o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recriou a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM).
    FONTE : http://pt.wikipedia.org/wiki/Amaz%C3%B4nia_Legal

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  10. A Amazônia ou Amazónia é uma região na América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical (também chamada de Floresta Equatorial da Amazônia ou Hiléia Amazônica). A bacia hidrográfica da Amazônia tem muitos afluentes importantes tais como o rio Negro, Tapajós e Madeira, sendo que o rio principal é o Amazonas, que outros países antes de adentrar em terras brasileiras. O rio Amazonas nasce na cordilheira dos Andes e estende-se por nove países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. É considerado o rio mais volumoso do mundo.
    FONTE : http://ecossistemaambiental.blogspot.com/2007/10/amaznia-conceito.html

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  11. 3ª PAGINA
    7º ANO

    Quatro grandes regiões econômicas, quase autônomas, caracterizavam a sociedade brasileira à época da independência por: o Grupo Grão-Pará e Maranhão vivendo na base da economia florestal das especiarias, das "drogas do sertão" e da agricultura do cacau, arroz e algodão; a Região Nordeste, onde dominava a economia do açúcar na zona da mata, do criatório no sertão e no rio São Francisco; o Complexo Minas-Rio de Janeiro-São Paulo, com certo grau de articulação política, agricultura mais diversificada e núcleos de mineração; a Frente Gaúcha com predominância pecuária e uma política voltada à defesa, face ao contato e a possibilidade de conflito com a fronteira platina (cf.Benchimol, 1999).
    Os relacionamentos entre essas atividades econômicas eram tênues e desarticulados. Já se observava certo grau de interligação entre a região mineira e a pecuária do sul, e entre a região açucareira com a do criatório do agreste baiano e do sertão do Piauí. Porém, essas interações estavam subordinadas às oscilações, aos interesses dominantes e aos centros de decisão dos grandes mercados europeus e norte-americanos.
    A região amazônia atravessou a primeira metade do século XIX em completo isolamento. A relativa prosperidade agrícola ressentia-se da falta de mão-de-obra e capitais, agravada pela dificuldade de comunicação e transporte e pela escassa população já que grande parte da população indígena havia sido dizimada pelas epidemias e pela escravidão.
    A excessiva centralização administrativa e política dessa época levou à incorporação como províncias do Império apenas as capitanias do Pará, Maranhão, Goiás e Mato Grosso. A autonomia da Amazônia deu-se somente em 1850, quando foi criada a Província do Amazonas, com sede na cidade da Barra, que adotou o nome de Manaus em 1856.
    Por essa época, começou nos Estados Unidos uma forte campanha para a colonização da Amazônia e o aproveitamento de seus recursos naturais em benefício do progresso da humanidade. Inglaterrra e França tinham claras intenções de expandir seus territórios nas Guianas, fazendo-os chegar até o rio Amazonas. Desde o início da colonização portuguesa, o governo imperial havia mantido a política de fechamento, evitando possíveis ameaças à soberania do Brasil na área. Como as pressões foram grandes, o governo brasileiro acabou por abrir o Amazonas à navegação estrangeira em 1866. Isso facilitou o acesso à borracha.
    O látex foi elevado à categoria de matéria-prima industrial a partir de 1823, com a descoberta da impermeabilização por MacIntosh, nesse mesmo ano, e da vulcanização, por Goodyear, em 1839. Com a expansão do comércio da borracha, iniciava-se nova fase de ocupação da Amazônia.
    Até 1850, a exploração da borracha estava restrita à região de Belém e às ilhas. Entre 1900 e 1910, a borracha foi o produto mais exportado, ao lado do café. Os primeiros rios a serem utilizados para o transporte comercial foram o Xingu e o Tapajós, depois o Amazonas até atingir o Solimões, o Purus, o Alto Madeira e o Juruá.
    Grandes empresas estrangeiras, importadoras de bens e exportadoras de borracha, estabeleceram suas filiais em Belém e Manaus, e fixaram os preços no mercado internacional. Financiavam os seringalistas, donos ou posseiros das áreas onde estavam as seringueiras. O seringalista fornecia ferramentas e alimentação aos trabalhadores, que deviam trazer-lhe determinadada quantidade de borracha.
    Com a exploração da borracha, as principais companhias de navegação passaram a ligar Belém e Manaus aos portos europeus e norte-americanos de maior importância.
    Nessa época, iniciou-se a migração de turcos, sírios, libaneses e judeus. Eles praticavam o comércio baseado na troca de mercadorias. Recebiam principalmente a borracha - furtada da quota que deveria ser entregue ao patrão - e outros produtos regionais.

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  12. 4ª PAGINA
    7º ANO

    Em 1910, a borracha alcançou no mercado internacional a maior cifra, tendo o Brasil exportado o equivalente a 50% da produção mundial. Em 1911, a cotação da borracha começou a baixar, devido ao baixo preço oferecido pelo sudeste asiático; em 1877, mudas de seringueira haviam sido levadas ilegalmente pelos ingleses para a Malásia, estabelecendo plantações que superariam a produção brasileira. Em 1926, a produção brasileira equivalia a apenas 5% do mercado. O volume de borracha cultivada, que em 1910 era de 8 mil toneladas, subiu para 360 mil toneladas em 1920. Mas a baixa oferta da borracha pelos asiáticos deu origem às falências no Brasil, concretizada em 1913. Embora o governo federal, já em 1912, tentasse uma operação de salvamento com o Plano de Defesa da Borracha, os resultados foram insatisfatórios. A fome atacou a região. Muitos dos migrantes voltaram para suas terras, deixando para trás um território que voltou à letargia de meio século antes.
    A decadência da borracha permitiu que se canalizasse a infra-estrutura já existente para a coleta da castanha-do-pará, cuja exportação teve uma enorme expansão no início deste século. A principal zona em que se concentram os castanhais nativos, o Médio Tocantins, teve, em conseqüência, grande impulso econômico: Marabá, centro dessa região, tornou-se a segunda cidade mais importante do Pará.
    Várias regiões amazônicas desenvolvem a pecuária desde tempos remotos da colonização. A mais tradicional é a ilha de Marajó, onde a criação de gado é uma herança dos missionários. Durante todo o período colonial até os anos 40, a ilha teve a maior concentração de gado da Amazônia.
    A partir dos anos 20, para encorajar a ocupação e garantir uma atividade econômica estável, foram feitas várias concessões de terras, principalmente a empresários ou imigrantes estrangeiros.
    Desses megaprojetos de colonização, ficou famoso o de Henry Ford, que, em 1926, comprou do governo paraense uma área de 2 milhões e meio de hectares, com isenção de impostos, para cultivar seringueiras, pretendendo produzir ali 40 mil toneladas anuais de borracha. O fracasso da colônia, localizada às margens do Tapajós, em Fordlândia e Belterra, foi atribuído por Ford à presença de fungos que destruíam as folhas das árvores. Na realidade, deveu-se à imperícia de derrubar a floresta natural, rompendo o equilíbrio ecológico, ocasionando mudanças nas condições do solo e do clima.
    A partir de 1929, os nipônicos começaram a fixar-se em vários pontos da região amazônica. Tomé-Açu, no Pará, tornou-se o assentamento mais importante, ficando famosa pela produção de pimenta, transformando-se no terceiro município em receita no Estado.
    As plantações de pimenta se espalharam por todo o Pará e outros estados, como Amapá, Rondônia, Maranhão e Mato Grosso. A crise econômica, entretanto, fez com que, só em 1990, 3 mil pessoas abandonassem Tomé-Açu. Os japoneses do Pará, reunidos em cooperativas, cultivam, ainda hoje, vários tipos de frutas.
    Em 1938, os nipônicos introduziram a juta na região. Os caboclos aprenderam as técnicas da produção dessa fibra, hoje cultivada nas várzeas do Amazonas, desde Santarém (PA) até Manacapuru (AM).
    Nos anos 40 surgiu, no Médio Tocantins, uma atividade complementar à coleta da castanha: a garimpagem de diamantes. A partir de Marabá, houve surtos localizados que precipitaram a ocupação dos vales do Tocantins e do Araguaia. O ouro, desde a época dos bandeirantes, vem sendo explorado em várias localidades de Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Amapá, Pará e Tocantins. As explorações de ouro e diamante utilizam técnicas primitivas de extração. O mercúrio, utilizado cada vez mais na extração do ouro, representa um grave dano ao ecossistema local.
    Na década de 50 foram criados vários órgãos encarregados de fomentar o progresso local, fortalecer sua economia e melhorar as condições de vida de seus habitantes.
    FONTE : http://www.comciencia.br/reportagens/amazonia/amaz17.htm

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  13. PARA PESQUISA CIENTIFICA by:PROFº. JORGE JARES
    PARTE I
    Fonte: www.ufrrj.br
    DECOMPOSIÇÃO DO LIXO
    A poluição constante das águas do rio, do solo e do ar está causando muitos efeitos nocivos à nossa saúde e ao meio Ambiente. Muitos materiais podem ser reaproveitados. O plástico, vidro, papel e metais, podem ser reciclados e transformados em produtos novos, com um custo bem mais baixo ao consumidor.
    Por isso, prefira sempre adquirir produtos em embalagens recicláveis. Elas economizam energia elétrica, poluem menos e utilizam menos recursos naturais não renováveis para a sua fabricação. Veja a seguir o tempo que cada material leva para se decompor:

    Lixo Tempo de decomposição
    Cascas de frutas de 1 a 3 meses
    Papel 03 a 06 meses
    Pano de 6 meses a 1 ano
    Chiclete 05 anos
    Filtro de cigarro de 05 a 10 anos
    Tampa de garrafa 15 anos
    Madeira pintada 15 anos
    Nylon mais de 30 anos
    Sacos plásticos de 30 a 40 anos
    Lata de conserva 100 anos
    Latas de alumínio 200 anos
    Plástico 450 anos
    Fralda descartável 600 anos
    Garrafas de vidro indeterminado
    Pneu indeterminado
    Garrafas de plástico(pet)tempo indeterminado
    Borracha tempo indeterminado
    Vidro 1 milhão de anos


    Na natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
    Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.
    Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.
    A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
    O tratamento do lixo doméstico no Brasil é realmente uma tragédia, 76% dos 70 milhões de quilos produzidos por dia, são lançados a céu aberto, 10% em lixões controlados, 9% para aterros sanitários e apenas 2% é reciclado. A realidade está mudando, hoje as pessoas que pensam um pouco mais neste planeta recorrem a alternativas que podem minimizar esta situação caótica. Pressione as prefeituras para adotarem a coleta seletiva como alternativa.
    Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras “da hora”.
    Os catadores de papel que na maioria das cidades são marginalizados, na verdade contribuem com uma significativa parcela no processo de reciclagem dos materiais descartados nos grandes centros urbanos.

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  14. PARA PESQUISA CIENTIFICA by:PROFº. JORGE JARES
    PARTE I

    PERIGOS
    Quando não recebe tratamento adequado, constitui um problema sanitário, transmitindo várias doenças como diarréias infecciosas, amebíase, parasitose, servindo ainda como abrigo seguro para ratos, baratas, urubus (que podem derrubar aviões), além de contaminar os lençóis freáticos através do chorume (liquido altamente tóxico que resulta da composição da matéria orgânica associada com os metais pesados)
    ESTATÍSTICAS
    O Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia. 76% são depositados a céu aberto em lixões, 13% são depositados em aterros controlados, 10% são depositados em aterros sanitários, 0,9% são compostados em usinas e 0,1% são incinerados.
    É importante salientar que o material orgânico compõe a maior parte do item "outros". Aproximadamente 53% deste total, é de restos de comida desperdiçada.
    Fonte: www.vestibular1.com.br
    DECOMPOSIÇÃO DO LIXO
    Papel: 3 a 6 meses
    Jornal: 6 meses
    Palito de madeira: 6 meses
    Toco de cigarro: 20 meses
    Nylon: mais de 30 anos
    Chicletes: 5 anos
    Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
    Fralda descartável biodegradável: 1 ano
    Fralda descartável comum: 450 anos
    Lata e copos de plástico: 50 anos
    Lata de aço: 10 anos
    Tampas de garrafa: 150 anos
    Isopor: 8 anos
    Plástico: 100 anos
    Garrafa plástica: 400 anos
    Pneus: 600 anos
    Vidro: 4.000 anos
    TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO DE RESÍDUOS EM OCEANOS
    Papel Toalha: 2 a 4 semanas;
    Caixa de Papelão: 2 meses;
    Palito de Fósforo: 6 meses;
    Restos de Frutas: 1 ano;
    Jornal: 6 meses;
    Fralda Descartável: 450 anos;
    Fralda Descartável Biodegradável; 1 ano;
    Lata de Aço: 10 anos;
    Lata de Alumínio: não se corrói;
    Bituca de Cigarro: 2 anos;
    Copo Plástico: 50 anos;
    Garrafa Plástica: 400 anos;
    Camisinha: 300 anos;
    Pedaço de Madeira Pintada: 13 anos;
    Bóia de Isopor: 80 anos;
    Linha de Nylon: 650 anos;
    Vidro: tempo indeterminado;
    Lixo radioativo: 250 anos ou mais
    Fonte: www.compam.com.br
    3 meses
    A lignina, substância que dá rigidez às células vegetais, é um dos componentes mais importantes do papel. Ela não se decompõe facilmente, pois suas moléculas são maiores do que as bactérias que as destroem. Num lugar úmido, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do que isso em local seco. Além disso, um papel absorvente dura vários meses. Jornais podem permanecer intactos por décadas.
    6 MESES
    A deterioração de um fósforo de madeira começa com a invasão da lignina — seu principal ingrediente — por hordas de fungos e insetos xilófagos, os que comem madeira. O processo é lento e, em um ambiente úmido, um fósforo não se destrói até que se passe cerca de seis meses.
    6 A 12 MESES
    Os microorganismos, insetos e outros seres invertebrados geralmente transformam a matéria orgânica de forma eficaz. No entanto, o miolo de uma maçã, que se decompõe em uns seis meses em clima quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Isso porque o orvalho (e a neve nos países frios) dificulta a proliferação dos micróbios e diminui sua apacidade devoradora.
    1 A 2 ANOS
    Um cigarro pode demorar de um a dois anos para se decompor, tempo em que as bactérias e fungos digerem o acetato de celulose existente no filtro. Jogar um cigarro sem filtro no campo é menos nocivo, uma vez que o tabaco e a celulose levam quatro meses para sumir. Contudo, se jogado no asfalto, o tempo de vida da bituca é maior.
    5 ANOS
    Um chiclete jogado no chão começa a ser destruído pela luz e pelo oxigênio do ar, que o fazem perder a elasticidade e a viscosidade. Como a goma contém resinas naturais e artificiais, além de açúcar e outros ingredientes, o processo pode durar até cinco anos. A pulverização do chiclete é mais rápida se ele grudar no sapato de algum distraído.

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  15. PARA PESQUISA CIENTIFICA by:PROFº. JORGE JARES
    PARTE III

    10 ANOS
    Os metais, em princípio, não são biodegradáveis. Uma lata de aço se desintegra em uns dez anos, convertendo-se em óxido de ferro. Em dois verões chuvosos, o oxigênio da água começa a oxidar as latas feitas de aço recoberto de estanho e verniz. Já uma lata de alumínio não se corrói nunca. E boa parte dos refrigerantes é vendida em latas de alumínio.
    MAIS DE 100 ANOS
    As boas qualidades do plástico — sua durabilidade e resistência à umidade e aos produtos químicos — impedem sua decomposição. Como esse material existe há apenas um século, não é possível determinar seu grau de biodegradação, mas estima-se que uma garrafa de plástico demoraria centenas de anos para desaparecer.
    4000 ANOS
    O vidro não se biodegradará jamais. Sua resistência é tamanha, que arqueólogos encontraram utensílios de vidro do ano de 2000 a.C. Por ser composto de areia, sódio, cal e vários aditivos, os microorganismos não conseguem comê-lo. Um recipiente de vidro demoraria 4.000 anos para se desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos.
    O QUE HÁ NO LIXO
    Composição aproximada do lixo recolhido na coleta seletiva da cidade de São Paulo. A coleta seletiva representa 0,8% do total produzido: 12.000 toneladas por dia, o maior volume do País. Desse valor, 87% vai para quatro aterros sanitários da metrópole.
    Plástico 7%
    Metais 10%
    Vidro 13%
    Matéria orgânica e resíduos 20%
    Papel 50%
    Fonte: www.ecolegal.com.br
    Decomposição do lixo
    Na natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
    Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.
    Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.
    Lixo Tempo de decomposição
    Papel 03 a 06 meses
    Pano de 6 meses a 1 ano
    Filtro de cigarro 05 anos
    Goma de mascar 05 anos
    Madeira pintada 13 anos
    Nylon mais de 30 anos
    Plástico Mais de 100 anos
    Metal Mais de 100 anos
    Borracha tempo indeterminado
    Vidro 1 milhão de anos
    A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
    Fonte: www.ecolegal.com.br

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  16. APOSTILA 7º ANO 4ª AVALIAÇÃO PARTE I
    E.R.C. NSSª. DA PAZ - MARITUBA 2009

    O clima e a vegetação do Nordeste
    Quando se fala em Nordeste, que paisagem lhe vem à men¬te? Muitas pessoas associam o Nordeste a paisagens com solo seco e quebradiço e à vegetação com cactos, por exemplo. Ou, então, a belas praias com coqueiros e muito sol.
    De fato, em determinadas épocas do ano, grandes áreas do Nordeste têm uma paisagem bastante seca e aparentemente sem vida, ao contrário do litoral.
    É importante conhecermos os aspectos físicos que caracteri¬zam o Nordeste para compreendermos a existência dessas dife¬rentes paisagens.
    De modo geral, a Região Nordeste apresenta médias de tem¬peratura elevadas, chegando a 27 "C em algumas áreas, e baixos índices pluviométricos, menos de 600 mm em certos lugares.

    Se compararmos as médias térmicas das regiões do Brasil, verificaremos que o Nordeste não é a região que apresenta os índices mais elevados. As localidades que apresentam temperaturas médias mais elevadas situam-se na Região Norte. No entanto, o Nordeste é a região que recebe menor quantidade de chuvas, especialmente na área onde pre¬domina o clima semi-árido.

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  17. PARTE II

    Além da baixa umidade, esse clima caracteriza-se pelas elevadas temperaturas e pelo grande potencial de evaporação. No clima semi-árido do Nordeste, desenvolve-se a Caatinga formação vegetal que se adapta às condições climáticas da região (fig. 2). Na língua tupi, caatinga significa “mata branca” devido à aparência da vegetação no período seco: galhos, folhas, de pontas secas e coloração cinza-esbranquiçada, Caatinga predominam as plantas xerófilas, isto é, ao clima quente e seco, tais como cactáceas e arbustos de folhas pequenas e raízes compridas.
    A região próxima ao litoral nordestino é caracterizada pelo clima litorâneo úmido que, embora tenha médias de temperaturas elevadas, apresenta altos índices de precipitação (em certas áreas ultrapassam os 2000 mm anuais). Na área de predomínio desse tipo climático, encontramos Vegetação Litorânea como os mangues, e algumas áreas de Floresta Tropical. constituídas da Mata Atlântica que restou em poucas áreas preservadas, no sul da região. Observe as figuras 3 e 4 e identifique os tipos climáticos e de vegetação encontrados na Região Nordeste.

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  18. PARTE III

    0 clima tropical, associado à formação vegetal do Cerrado (fig. 5), predomina em quase todo o estado do Maranhão, todo o oeste do Piauí, norte e leste do Ceará, nas divisas com os esta¬dos do Rio Grande do Norte e da Paraíba, além do centro-sul da Bahia.
    Em áreas no Maranhão e Piauí, aparece, também, a Mata dos Cocais, uma formação vegetal de transição entre a Floresta Ama¬zônica e a Caatinga, associada tanto ao clima equatorial úmido predominante no oeste do Maranhão como ao clima semi-árido.

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  19. PARTE IV

    SIGNIFICADOS :
    Caatinga: a paisagem e o ho¬mem sertanejo. Samuel Murgel Branco. São Paulo: Moderna, 2003.
    O singular ambiente da Caatin¬ga, a beleza de sua paisagem e a tristeza resultante das dificul¬dades encontradas pelo sertane¬jo em dominar esse ambiente e em retirar dele o seu sustento estão descritos nessa obra do naturalista Samuel M. Branco.

    Secas no Nordeste. Joaquim Correia de Andrade; Fernando Portela. São Paulo: Ática, 2004.
    Nessa história de ficção, um grupo de repórteres que vai ao Nordeste filmar as secas desco¬bre a existência de grupos po¬derosos interessados na divul¬gação desse problema, com a intenção de tirar vantagens econõmicas. Descobre também que os empresários que os con¬trataram para filmar são inte¬grantes desse grupo de apro¬veitadores. Resolvem, então, fazer um filme denunciando a situação.

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  20. PARTE V

    O clima semi-árido
    No Brasil, os rios estão distribuídos de maneira bastante desi¬gual. A Região Norte apresenta uma bacia hidrográfica volumosa e extensa, correspondente a apro¬ximadamente 70% do total nacional de água doce. Já no Nor¬deste, uma região bem mais populosa, esse percentual é de ape¬nas cerca de 3%.
    Esse fato está relacionado principalmente com a predominância do clima semi-árido em grande parte da Região Nordes¬te, que, como vimos, caracteriza-se por ter baixos índices pluvi¬ométricos e altas temperaturas, associados a elevados índices de evaporação. A pequena quantidade de chuva, ou mesmo sua total ausência, em grande parte do ano, afeta a vida da população e a economia de muitos municípios nordestinos.
    Uma das explicações para os baixos índices pluviométricos em áreas da região do semi-árido está relacionada à presença do Planalto da Borborema, que funciona como barreira natu¬ral às massas de ar carregadas de umidade que vêm do Oceano Atlântico. Ao encontrar a barreira do Borborema, as massas se elevam entrando em contato com o ar mais frio. Isso provoca a sua condensação e favorece a ocorrência das precipitações, resultando no chamado efeito orográfico. Por essa ra¬zão, as chuvas se concentram a leste do Planalto da Borbore¬ma, deixando as áreas do interior do Nordeste em estiagem.

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  21. APOSTILA 5ª SÉRIE PARTE I
    UNIDADE I
    PAISAGEM
    As fotos anteriores são uma pequena mostra da grande quantidade de elementos que existem na superfície terrestre. Muitos desses elementos estão presentes por exemplo no caminho que você percorre entre sua casa e a escola.
    Durante uma viagem, ao avistarem uma cachoeira, um vale, uma praia ou uma área de floresta, as pessoas costumam dizer: " Que bela paisagem! 'l
    Nesse caso' o termo refere-se apenas aos trechos do espaço que contêm elementos naturais (árvores, rio, mar etc.). No entanto, para a Geografia, todos os trechos do espaço terrestre, habitados ou não, modificados ou não pela ação humana, formam paisagens, As fotografias que você observou no começo do capítulo e o desenho dos arredores de sua casa são representações de paisagem, Dera fazem parte os elementos que você observa no caminho entre sua casa e a escola - construções, pessoas, automóveis, plantas -, assim como os cheiros que sente e os barulhos que ouve.
    A paisagem é, portanto, a forma do espaço que podemos ver e perceber em determinado momento. Ela é constituída, muitas vezes por uma enorme variedade de elementos, como ocorre nas grandes cidades.
    A Terra é formada por um conjunto de paisagens diferentes entre si. Essas diferenças são marcadas pela própria diversidade de elementos que as compõem ou ainda pela maneira como sofreram a interferência humana.

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  22. PARTE II
    A observação da paisagem pode nos inspirar uma série de perguntas:
    Por que existem montanhas?
    Como os vales se formaram?
    Como em alguns lugares onde chove pouco há grandes plantações de alimentos e em outros não?
    Por que os rios com quedas-d'água podem ser aproveitados para a geração de energia?
    Por que há favelas ao lado de prédios luxuosos?
    Por que há construções de diversos tipos nas cidades?
    As respostas para essas questões podem ser fornecidas pela Geografia, que estuda, entre outras coisas, os processos responsáveis pela formação das paisagens.

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  23. PARTE III
    O HOMEM, OS ANIMAIS E A PAISAGEM

    A sobrevivência dos animais depende de sua adaptação às condições da natureza como o clima, a vegetação, o relevo, a hidrografia e o solo.
    O leão, por exemplo, animal da savana africana, alimenta-se de outros animais, como a girafa, que de sua parte, alimenta-se de espécies vegetais. Já o urso vive em determinados tipos de florestas e se alimenta, entre outras coisas, de peixes, que, por sua vez, sobrevivem de outras formas de vida encontradas na água. Na floresta Amazônica, área onde faz calor e chove o ano inteiro, vivem muitas espécies de macacos, que se alimentam de folhas de árvores e frutos.
    Os animais, como os mostrados nas fotos, não provocam modificações significativas no ambiente onde vivem. Eles se adaptam às condições naturais, alimentando-se, por exemplo, do que está disponível em seu ambiente. Não são capazes, portanto, de acumular conhecimento, nem de desenvolver técnicas, como, por exemplo, o cultivo de vegetais.
    O ser humano se relaciona com o ambiente natural de forma
    diferente dos outros animais. Para se adaptar às diferentes condições
    naturais da Terra, ele realiza transformações na natureza
    modificando a paisagem conforme suas necessidades.

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  24. PRTE IV
    A MODIFICAÇÃO DA PAISAGEM – AS TÉCNICAS E O TRABALHO DO HOMEM

    Sem conhecimentos específicos (de engenharia, por exemplo), nem recursos naturais, produtos (máquina e concreto, por exemplo) ou trabalho, seria impossível construir uma usina hidrelétrica ou realizar quaisquer outras modificações no espaço.
    O conjunto de conhecimentos que permite ao ser humano, entre outras coisas, modificar a natureza chama-se técnica. Por meio da produção de utensílios e instrumentos para praticar a agricultura e armazenar os alimentos, da confecção de vestuários e da construção de abrigos para se proteger da chuva e das variações de temperatura, os seres humanos foram satisfazendo suas necessidades de sobrevivência. Essa capacidade de desenvolver técnicas lhes deu condições de habitar diferentes áreas da superfície terrestre.
    A fabricação de produtos ou bens materiais, a construção dos mais variados tipos de equipamentos, o desenvolvimento de ser- viços, entre outros, são realizações possíveis graças ao domínio de técnicas, que são aplicadas por meio do trabalho humano.
    com o passar do tempo, os seres humanos foram adquirindo e acumulando mais conhecimentos. Isso permitiu o domínio de maior quantidade de técnicas e a produção de maior variedade de bens materiais. Além disso, o crescimento da população exigiu também um
    aumento da produção.
    o aumento da capacidade produtiva em relação à agricultura, ao vestuário, aos utensílios
    domésticos, às moradias, entre outros, constitui característica importante da humanidade
    ao longo da história.
    Entretanto, o aumento da capacidade produtiva não garantiu moradia e alimentação adequadas a todas as pessoas

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  25. PARTE V
    PAISAGEM CULTURAL OU GEOGRÁFICA
    Atualmente são poucas as áreas da superfície terrestre onde os elementos naturais, como rios, lagos, formações do relevo e vegetação, ainda não foram explorados e modificados pelas pessoas. Mesmo as áreas de alguns desertos, de cadeias de montanhas, de florestas (como parte da Amazônica) ou de regiões polares, embora conservem suas características originais, já foram investigadas ou percorridas pelo homem. Isso nos permite afirmar, portanto, que praticamente não existem áreas "intocadas" na superfície da Terra.
    A paisagem modificada pela ação humana é chamada de paisagem humanizada, cultural ou geográfica. Ela é o resultado das transformações que as pessoas realizam na natureza.
    Nos dias de hoje, a maior parte da humanidade vive nas cidades. Nelas, quase todos os elementos são culturais. Até mesmo os parques e as praças públicas, onde há elementos
    naturais, como árvores e outras plantas, são criações humanas. As casas, os edifícios, as ruas, os postes que sustentam os fios condutores de energia, as tubulações que transportam os esgotos e as que trazem a água f oram todos construídos pelo homem.
    Em função dos inúmeros tipos de construções e diversas atividades econômicas, a paisagem da cidade tornou-se bastante complexa.
    Nos espaços rurais também há muitos trechos de paisagem inteiramente cultural. Os campos de cultivo e de pastagem, por exemplo, foram criados pelo homem. Fazem parte de uma natureza modificada.
    Nas fazendas modernas são utilizadas máquinas como tratores, semeadeiras, coIheitadeiras, aviões para lançamento de agrotóxicos. Em muitas propriedades rurais onde se pratica a criação de gado, a reprodução de animais é feita artificialmente para garantir a qualidade do rebanho e sua produtividade.

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  26. PARTE VI
    O HOMEM E OS ELEMENTOS DA PAISAGEM GEOGRÁFICA
    Podem ocorrer mudanças na paisagem de acordo com a utilização das formas que dela fazem parte. Com base nisso, podemos dizer que há uma dinâmica nas paisagens, pois elas estão constantemente mudando. Às vezes, são as suas formas que mudam. Isso pode acontecer, por exemplo, quando se faz algum tipo de construção ou uma reforma.
    Um outro tipo de alteração muito freqüente ocorre em relação ao uso que se faz das formas. Uma mesma forma da paisagem pode assumir diferentes funções, de acordo com as necessidades das pessoas, na realização de diversas atividades.
    No supermercado, na loja de tecidos, na indústria de macarrão, na praça, há pessoas realizando algum tipo de atividade. Algumas estão trabalhando - vendendo ou produzindo um bem , outras, comprando, outras, ainda, estão num momento de lazer. É nas paisagens
    geográficas que as pessoas trabalham, estudam, se divertem, se relacionam, consomem mercadorias e serviços, enfim, realizam suas atividades.

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  27. PARTE VII
    OS OBJETIVOS DA GEOGRAFIA E DO ESPAÇO GEOGRÁFICO
    Você observou anteriormente que um dos objetivos da Geografia é estudar os processos responsáveis pela formação das paisagens, em decorrência da ação humana. Há ainda outros
    objetivos. Vejamos a seguir o principal deles.
    As paisagens (o que vemos e percebemos do espaço em determinado momento), as alterações que nelas são feitas pela ação humana, as diversas atividades (trabalho, estudo, lazer) realizadas pelas pessoas, as pessoas e o modo como se relacionam constituem
    o espaço geográfico.
    Há diferenças significativas entre essas duas paisagens culturais. Mas por que elas são diferentes se fazem parte da mesma cidade? As pessoas que habitam as moradias da foto A têm um modo de vida diferente das que habitam as moradias da foto B?
    Esses dois grupos de pessoas se relacionam? É possível melhorar as condições de habitação das pessoas que moram no bairro da foto A?
    Ao buscar respostas para essas questões, não estamos fazendo uma simples descrição de cada paisagem ou mesmo uma análise delas. Estamos procurando compreender a maneira como as pessoas se organizam no espaço, ou seja, como elas produzem, moram,
    trabalham, satisfazem outras necessidades (educação, saúde, lazer, transporte etc.), como são distribuídas as riquezas entre elas.
    Assim, dizemos que a noção de espaço geográfico é mais ampla que a de paisagem.
    Nos casos das fotos A e B, podemos deduzir que há diferenças muito grandes entre os grupos de pessoas que fazem parte do espaço geográfico da cidade de São Paulo. Nelas é marcante a situação de desigualdade, que ê um aspecto da dinâmica das relações entre os habitantes dessa cidade.
    A dinâmica das relações entre as pessoas, as atividades que realizam, a desigualdade entre suas condições de vida, suas moradias e outras formas da paisagem são características do
    espaço geográfico.
    O objetivo principal da Geografia, portanto, é analisar o espaço geográfico. A sua principal tarefa é compreender como as pessoas organizam o espaço e nele vivem.

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  28. PARTE VIII
    OS OBJETIVOS DA GEOGRAFIA E DO ESPAÇO GEOGRÁFICO
    Você observou anteriormente que um dos objetivos da Geografia é estudar os processos responsáveis pela formação das paisagens, em decorrência da ação humana. Há ainda outros
    objetivos. Vejamos a seguir o principal deles.
    As paisagens (o que vemos e percebemos do espaço em determinado momento), as alterações que nelas são feitas pela ação humana, as diversas atividades (trabalho, estudo, lazer) realizadas pelas pessoas, as pessoas e o modo como se relacionam constituem
    o espaço geográfico.
    Há diferenças significativas entre essas duas paisagens culturais. Mas por que elas são diferentes se fazem parte da mesma cidade? As pessoas que habitam as moradias da foto A têm um modo de vida diferente das que habitam as moradias da foto B?
    Esses dois grupos de pessoas se relacionam? É possível melhorar as condições de habitação das pessoas que moram no bairro da foto A?
    Ao buscar respostas para essas questões, não estamos fazendo uma simples descrição de cada paisagem ou mesmo uma análise delas. Estamos procurando compreender a maneira como as pessoas se organizam no espaço, ou seja, como elas produzem, moram,
    trabalham, satisfazem outras necessidades (educação, saúde, lazer, transporte etc.), como são distribuídas as riquezas entre elas.
    Assim, dizemos que a noção de espaço geográfico é mais ampla que a de paisagem.
    Nos casos das fotos A e B, podemos deduzir que há diferenças muito grandes entre os grupos de pessoas que fazem parte do espaço geográfico da cidade de São Paulo. Nelas é marcante a situação de desigualdade, que ê um aspecto da dinâmica das relações entre os habitantes dessa cidade.
    A dinâmica das relações entre as pessoas, as atividades que realizam, a desigualdade entre suas condições de vida, suas moradias e outras formas da paisagem são características do
    espaço geográfico.
    O objetivo principal da Geografia, portanto, é analisar o espaço geográfico. A sua principal tarefa é compreender como as pessoas organizam o espaço e nele vivem.

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  29. PARTE IX
    TEXTO COMPLEMENTAR

    EMPRESAS" MAQUIAM'''A VIZINHANÇA

    "Ajude a si mesmo fazendo bem ao próximo." Essa máxima parece ter sido descoberta pelas empresas que constroem e comercializam apartamentos e têm visto na política de boa vizinhança uma ótima alternativa para vender seus imóveis.
    Com a exigência dos compradores cada vez maior já existem empresas que, para melhorar os arredores
    de suas construções, asfaltam ruas, criam jardins e áreas verdes e chegam até a reformar imóveis.
    Construções de edifícios localizadas perto de estação ferroviária, terminal de ônibus e ruas populares de alguns bairros são levadas a diante desde que sejam feitos nos arredores serviços de pintura de muros, casas e lojas, recuperação de praças e até reformas de barracas de camelôs.
    "Se construíssemos sem reformas nos arredores, as vendas seriam muito difíceis", comenta um diretor de uma das empresas. Segundo ele, os moradores recebem a proposta de reforma gratuita com desconfiança. "Mas somos bem claros e avisamos que não fazemos isso por caridade, e sim por interesse."
    Ao criar um relacionamento cooperativo e amigável, a empresa construtora evita problemas imediatos
    e consolida uma imagem de simpatia. É a velha política da boa vizinhança.
    Adaptado de Folha de S, Poulo. l4 de outubro de 2001 . Caderno lmóveisp.. L

    Responda:
    a) Quais mudanças estão sendo feitas nas paisagens das ruas?
    b) De acordo com o texto, qual o principal motivo das mudanças na paisagem?
    Além das referidas mudanças na paisagem podemos considerar as possíveis modificações no espaço geográfico.

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  30. PARTE X
    UNIDADE II
    O LUGAR E A LOCALIZAÇÃO NO ESPAÇO GEOGRÁFICO

    O QUE É LUGAR
    Todos vivemos em determinado lugar. O lugar é a parte do espaço geográfico onde as pessoas moram e realizam as atividades cotidianas. É a primeira referência que cada um tem do mundo, do espaço geográfico. Nele as pessoas moram, estudam, trabalham, consomem e, portanto, desenvolvem suas relações de solidariedade - de ajuda e colaboração - ou de conflitos.
    Os lugares são diferentes, mesmo que tenham paisagens muito parecidas. Compreendemos isso se pensamos, por exemplo, nas diferenças entre as pessoas e na diversidade de relações que elas desenvolvem em cada lugar.
    Há lugares simples, com paisagens pouco complexas e reduzido número de elementos - como uma comunidade rural ou uma cidade com poucos habitantes -, e lugares complexos, com grande diversidade de paisagens e muitos elementos como uma grande cidade, onde vivem milhões de pessoas todas desenvolvendo uma quantidade enorme de relações e inúmeras atividades.
    Mas os lugares não estão isolados uns dos outros. Eles se relacionam, uma vez que as pessoas e as empresas de lugares diferentes também estabelecem relações. Isso acontece quando pessoas se locomovem de um lugar a outro para trabalhar, estudar, se divertir; ao se veicularem notícias e informações; na compra e venda de produtos realizada entre empresas e lugares diferentes.
    São, portanto, as pessoas que dão sentido ao lugar. Por isso é importante conhecer as elações entre elas e os diversos lugares para compreender o espaço geográfico.

    A sua casa na terra - o espaço geográfico
    No início do capítulo, você descreveu como é o lugar onde mora.
    E se lhe perguntassem onde você mora, o que diria?
    Ao responder, você estaria informando a localização de sua moradia, que poderia estar situada no campo ou na cidade.
    Se a nossa moradia fica na cidade, muito provavelmente, vamos informar:o nome da rua, avenida ou praça; o número da moradia (casa ou prédio de apartamentos). Se moramos num prédio, informamos também o número do apartamento; o nome do bairro.
    Podemos informar ainda o nome do município e do estado. Isso é necessário se, por exemplo, vamos receber uma correspondência pelo correio. Para isso precisamos fornecer também o CEP (Código de Endereçamento Postal).
    E se precisássemos passar o nosso endereço a uma pessoa que mora em outro país, como Portugal? As informações citadas seriam suficientes?
    Nesse caso teríamos de informar também o nome do nosso país
    - o Brasil.

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  31. PARTE XI
    TEXTO COMPLEMENTAR
    ESPAÇO URBANO E CIDADE
    O Brasil está dividido em estados e estes, por sua vez,e m municípios. Além dos estados existe o Distrito
    Federal, onde está Brasília capital do país.
    Na maioria dos municípios brasileiros há trechos de espaço urbano e de espaço rural, O espaço urbano
    Compreende a cidade que é a sede do município, onde estão estabelecidas a Prefeitura e a Câmara dos
    Vereadores ou seja,o poder público municipal.
    Dizemos que o espaço urbano compreende a cidade porque em muitos municípios há trechos de espaços urbanos, normalmente chamados de distritos, que estão separados das cidades Quando esses distritos crescem e a paisagem vai sendo alterada, por exemplo,em razão da instalação de uma indústria, pode correr a sua emancipação ou seja,a separação do município, dando origem a outro. Nesse caso, o distrito passa a ser cidade - sede do município.
    Veja, a título de exemplo, o caso de Volta Redonda.
    Antes da construção da usina siderúrgica CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), inaugurada em 1943, Volta Redonda era um povoado com cerca de 2 mil pessoas que pertencia ao município de Barra Mansa,no Rio de Janeiro. Com a instalação da usina, houve um aumento da população trazendo a possibilidade de o povoado emancipar-se. Atualmente, no município de Volta Redonda vivem quase250 mil pessoas, e a cidade é uma das mais importantes do estado. Percebemos assim como a instalação dessa indústria, que produz aço, promoveu transformações significativas nesse lugar:

    A ORIENTAÇÃO NO ESPAÇO GEOGRÁFICO
    Ao dizer onde mora, você está fornecendo a localização de sua moradia. Porém, se quisesse informar alguém - um colega de classe, por exemplo - sobre como ele deve fazer para ir até onde você mora, apenas o endereço talvez não fosse suficiente. Seria preciso dar também outras informações (meios) para que ele pudesse se orientar.
    Os meios que as pessoas utilizam para orientação no espaço geográfico dependem da época e do local em que elas vivem. Dependem também, de certa forma, do tipo de transporte que está sendo usado. veja o exemplo a seguir.
    Mariana convidou os colegas de classe para sua festa de aniversário. A fim de facilitar, ela acrescentou ao endereço, no convite, um roteiro ilustrado.
    O roteiro parte da escola, lugar conhecido de todos os colegas, e indica outros elementos da paisagem ou pontos de referência, nomes de ruas e avenidas.
    Para se deslocar no espaço geográfico, as pessoas procuram utilizar elementos da paisagem ou pontos de referência que facilitem sua orientação.
    Na Antigüidade, por exemplo, se a distância a ser percorrida não fosse muito longa, as referências podiam ser um rio-, um lago, um monte. Ainda hoje, referências desse tipo servem de orientação.
    Para distâncias maiores, os povos antigos aprenderam a observar as estrelas, inclusive o Sol, e a Lua, guiando-se, assim, pela sua posição no céu. É isso o que acontece na Caldéia, onde as crianças desde cedo aprendiam a guiar-se pelo sol e outras
    estrelas, além da Lua. Ao basear-se nesses astro ou corpos celestes, elas conseguiam conduzir seus rebanhos de um lado para outro sem se perder.
    Com base na observação dos astros, especialmente do sol, o homem criou pontos de orientação, como, por exemplo, norte, sul, leste e oeste.

    A ORIENTAÇÃO PELO SOL
    Ao observar a marcha aparente do Sol, o homem pôde fixar sua trajetória diária pelo céu. Dizemos que sua marcha é aparente porque, como vimos, é a Terra que se movimenta em torno do seu próprio eixo.
    O Sol aparece todas as manhãs, não exatamente no mesmo lugar, mas de um mesmo lado, chamado nascente, leste, este ou oriente.
    O lado em que o sol se põe ou desaparece à tarde é denominado poente, oeste ou ocidente.
    com base nesses pontos de orientação, podemos conhecer os outros.
    Se estendermos o braço direito para o leste, o braço esquerdo estendido apontará o oeste. A rente, estará o norte, também chamado setentrional ou boreal, e às costas, o sul, também conhecido por meridional ou austral.

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  32. PARTE XII
    OS PONTOS DE ORIENTAÇÃO
    Os pontos de orientação norte,
    chamados pontos cardeais.
    sul, leste e oeste são
    A fim de facilitar a orientação sobre a superfície
    terrestre, foram estabelecidos, entre os pontos cardeais,
    outros pontos de orientação: os colaterais, os
    subcolaterais e os intermediários.
    Pontos colaterais:
    o nordeste (NE), entre o norte e o leste;
    o noroeste (NO), entre o norte e o oeste;
    o sudeste (SE), entre o sul e o leste;
    o sudoeste (SO), entre o sul e o oeste
    Pontos subcolaterais:
    • nor-nordeste (NNE);
    • és-nordeste (ENE);
    • és-sudeste (ESE);
    • su-sudeste (SSE);
    • su-sudoeste (SSO);
    • oés-sudoeste (OSO);
    • oés-noroeste (ONO);
    • nor-noroeste (NNO).
    A junção de todos esses pontos - cardeais, colaterais, subcolaterais e.intermediários - dá origem a uma figura denominada rosa-dos-ventos ou rosa-dos-rumos.

    OS EQUIOAMENTOS DE ORIENTAÇÃO
    Entre os séculos XV e XVI, com a intensificação das viagens marítimas de longa distância, a exigência por equipamentos de navegação mais precisos foi se tornando maior. Equipamentos
    como bússola, quadrante, astrolábio permitiam viagens a regiões desconhecidas, de forma um pouco mais segura.
    Esses equipamentos possibilitaram as grandes viagens de descobrimento.
    Na primeira metade do século XX, com o avanço acelerado das técnicas, foram incorporados à navegação marítima os equipamentos eletrônicos e de transmissão de sinais, como o radar e o
    rádio.
    Assim, a orientação das viagens ficou mais precisa.
    A bússola
    A bússola, um dos instrumentos de orientação, f oi inventada Pelos chineses, Ela é formada por uma agulha imantada que se apóia num eixo vertical. Essa agulha gira sobre um fundo onde estão indicados os Pontos de orientação.
    A ponta da agulha da bússola sempre indica, aproximadamente, a direção norte. Dizemos aproximadamente porque a indicação norte da agulha não corresponde exatamente ao pólo
    Norte geográfico ou verdadeiro. A agulha é atraída para um Ponto chamado pólo norte magnético, ou norte magnético, e que está um Pouco distante do pólo Norte verdadeiro ou
    geográfico. Veja a ilustração a seguir.

    AS COORDENADAS GEOGRÁFICAS
    Para localizar com precisão um lugar determinado no espaço geográfico, a informação aseada apenas nos pontos de orientação não é suficiente, pois eles indicam somente a direção" Assim, os pontos de orientação permitem uma localização apenas aproximada.
    Numa cidade é possível encontrar os lugares utilizando o endereço, que indica os nomes do bairro e da rua e o número da casa.
    Para ir de uma cidade a outra, mesmo que elas estejam situadas a centenas de quilômetros de distância, os motoristas dos veículos orientam-se pelas placas nas estradas, consultam o guia
    rodoviário ou pedem informações.
    Mas como as pessoas que controlam navios e aviões podem obter sua localização de forma precisa e atingir com facilidade os locais de destino? Como pessoas que estão andando em plena floresta Amazônica ou num deserto conseguem definir caminhos seguros para atingir os locais a que desejam ir?
    Como vim.os anteriormente, a orientação das pessoas depende das características de cada espaço geográfico e do tipo de meio de transporte que se está utilizando.
    Os pilotos dos navios e aviões e as pessoas que caminham por florestas e desertos, longe das estradas, orientam-se por meio de equipamentos que lhes fornecem a sua localização.
    Entretanto, para fornecer a localização, esses equipamentos precisam basear-se num sistema de coordenadas, ou seja, linhas imaginárias que se cruzam sobre a esfera terrestre. As linhas que vão de um pólo a outro da Terra (semicírculos) são chamadas de meridianos. As linhas que dão uma volta completa ao redor da esfera terrestre no sentido leste-oeste são chamadas de paralelos. Os paralelos formam círculos completos.

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  33. PARTE XIII
    Paralelos
    O Equador é um círculo imaginário eqüidistante dos pólos, que divide a Terra em hemisfério Norte e hemisfério Sul.
    Paralelamente ao Equador, são traçados outros círculos menores, chamados paralelos.
    Se forem traçados 90 paralelos, a distâncias iguais, em cada hemisfério, cada um deles corresponderá a um grau (1"). O Equador é o paralelo principal ou inicial (0"). Cada hemisfério vai de 0º a 90º.
    Além do Equador, quatro outros paralelos recebem nomes, por serem considerados mais importantes: círculo polar Ártico e trópico de Câncer, no hemisfério Norte; trópico de Capricórnio e círculo polar Antártico, no hemisfério Sul.

    Meridianos
    Os meridianos são linhas traçadas perpendicularmente ao Equador e vão de um pólo a outro. Cada meridiano equivale à metade de um círculo. Todos os meridianos têm o mesmo tamanho,
    o que não acontece com os paralelos. A cada meridiano corresponde um outro oposto, chamado antimeridiaro, com o qual se completa uma circunferência em torno da Terra passando pelos pólos. Um meridiano e seu antimeridiano dividem a Terra em dois hemisférios.
    Todos os meridianos e seus antimeridianos dividem a Terra em duas partes, mas ficou estabelecido que um deles seria usado como referência para essa divisão. Esse meridiano, que passa pela cidade de Londres, na Inglaterra, é chamado de meridiano de Greenwich ou Principal.
    O meridiano de Greenwich e seu antimeridiano dividem a Terra em hemisfério Ocidental e (Oeste) e hemisÍério Oriental (Leste).
    Se forem traçados em cada hemisfério, a distâncias iguais, 180 meridianos, cada um deles equivalerá a um grau (1º). O meridiano de Greenwich é o meridiano de 0º. Cada um dos hemisférios tem 180º.

    Latitude e Longitude
    Podemos localizar com precisão qualquer lugar da superfície da Terra com base nas coordenadas geográficas determinadas pelos paralelos e meridianos. As medidas em graus das coordenadas geográficas de um lugar dão sua latitude e longitude.
    A latitude é a distância em graus de um,lugar qualquer da superfície terrestre até o Equador.
    Todos os lugares situados num mesmo paralelo têm a mesma latitude.
    Tendo o Equador como referência (paralelo de
    0º), a latitude pode ser norte ou sul, variando de 0º a 90º.
    A longitude de um lugar da superfície terrestre é a distância em graus desse lugar até o meridiano de Greenwich.
    Todos os lugares situados sobre um mesmo meridiano têm a mesma longitude.
    Como na esfera terrestre o meridiano de Greenwich é o meridiano de 0º, a longitude pode ser leste (oriental) ou oeste (ocidental), variando até 180º.

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  34. fala professor olha meu e-mail do orkut e msn é orkut: baby_zinho@yahoo.com /msn: bellano@hotmail.com.br / tmb professor quero ti diser n sai da escola em 2011 porque eu to doido para voutar ano que vem ok professor ! ??? olha alem disto tmb quero participar de todos os seu rios de varsia,formaçoes de estados , formação da sociedade brasileira e estadual kkkkkkkkkkkkkkkkk ! eu tenho todos os seu trbalho ainda to com saudades tenho todos e tmb um pouco mais de lembraças das suas aulas _ to chegando e vo com tudo na geografia ! a depois de ver meu msn e orkut quero ti perguntar uma coisa ok! pessoao ti falo no msn ok ! xau ! abraços!

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